Dor no treino? Saiba quando é boa e quando é má
Janeiro 11, 2018
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Com o início do ano novo existe uma grande tendência para que as pessoas procurem fazer exercício físico mais afincadamente. Apesar de ser um excelente resolução de ano novo, alertamos para que o exercício físico seja feito com moderação e sem exageros, principalmente se não praticar exercício física há muito tempo…

Seja durante ou depois do treino, há um tipo de dor muscular que pode ser uma constante, especialmente quando se trata de treinos de força realizados de forma frequente e com poucos intervalos entre si.

Esta é a aquela a que se chama de ‘dor boa’, isto é, uma dor que associamos ao exercício físico, mas que não limita (o movimento) e permite continuar (a exercitar-se) até ao momento em que o músculo fica realmente esgotado e não trabalhe mais. Porém, nem todas as dores são para ignorar e é aqui que entra a dor má.
Uma diferença é que a dor boa vai surgindo de forma gradual durante o exercício. Em comparação, a dor má começa praticamente no começo do exercício, quando o músculo está frio. À medida que o treino vai avançando, a dor má vai diminuindo porque o músculo vai aquecendo e a articulação vai lubrificando. Mas é uma dor que persiste e com o tempo obriga a parar.

Mas, na prática, como se distingue uma dor boa de uma dor má? As pontadas comuns devem durar pouco tempo e acontecer durante o movimento dos músculos exercitados. As más são sentidas inclusive quando se está parado, sem necessidade de ativar a musculatura.
A linha que separa a dor boa da dor má é o tempo de descanso, um fator fundamental para dar aos músculos a capacidade de recuperarem do esforço feito.

Fique atento aos sinais e treine motivado mas sempre com moderação!

A Clínica Ex Vitam
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